terça-feira, 20 de abril de 2010

Terça-feira, 20 de abril de 2010.

É fato que nada muda... os dias são todos monótonos e insuportavelmente idênticos, um telefonema diferente, um encontro de fato casual, todas essas coincidências do destino estão restritas as linhas gastas por minhas palavras mal elaboradas. O sofá já é minha moradia e o que me irrita é que mesmo diante desse tédio, meus pensamentos mais idiotas continuam sendo alimentados por alguma parte retardada do meu cérebro – não dá pra ser delicada nesse contexto, me desculpe. Eu ainda me divirto falando dos momentos raros e tão surreais que eu dividi com você, das inúmeras vezes em que você me calou com um beijo e me acalmou no seu abraço. Eu sinto falta do que não existiu, do amor que eu poderia ter cultivado em vez de tê-lo visto sendo arrancado de mim ainda na essência, ainda na raiz... Sinto falta de um companheirismo que nunca saiu dos meus sonhos e das suas promessas, de toda uma história escrita em algum papel perdido no espaço. Eu não perco mais nem um segundo dos meus preciosos sonhos e planos futuristas com suas manias e preconceitos, não vejo um espaço sequer pra seus limites tolos na minha vida e não quero procurá-los, é certo que a sua voz ainda me faria encontrar uma fresta por menor que fosse em algum lugar por aqui.

1 Comentários.:

Maysa Sena disse...

Amoreee..
sucesso sempre!

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