segunda-feira, 12 de julho de 2010

Terça-feira, 13 de julho de 2010.

E eu o enxergo qualquer que seja o lugar que eu olhe – ainda que queira com todas as minhas forças ignorá-lo, ele está acomodado nas minhas cobertas, nas roupas entocadas no velho armário, contaminando as folhas brancas da estante. Esse amor que já não me é abstrato continua aqui, transformando cada uma das minhas melodias em notas soltas e sem harmonia, me fazendo trocar vida por lembranças vagas. Eu rasguei clichês idiotas de solidão me livrei de fotografias e falsas declarações, deixei que as flores murchassem sem me dá o trabalho de resgatar o cartão com um pedido decorado de desculpas. Ainda sim não escuto o canto dos pássaros ou sinto a brisa em meus cabelos, talvez tudo tenha realmente parado. As entrelinhas foram lidas, as ilusões desfeitas... Uma única verdade fez todo resto parecer mentira...

Eu não sei porque, mas gostei do texto... (:

4 Comentários.:

Maysa Sena disse...

eu falo questão de vir aqui sempre!
tuuudo lindo.
beeijos ;*

Maysa Sena disse...

faço*

Natalí Paiva disse...

Segue, comenta, vista! Por favor, por favor, por favor! http://verbalizandoo.blogspot.com/

Thárcia Santana disse...

lindo o texto!
me identifiquei bastante com ele.
=S

Beeijos!
;)

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